A história do Candomblé como resistencia da perseguição religioisa brasileira
Antes de mergulharmos, é essencial compreendermos o contexto histórico. A escravidão no Brasil, mesmo após a independência em 1825, perpetuou pensamentos racistas que consideravam as tradições africanas como ameaças aos "bons costumes" coloniais e brasileiros. A liberdade religiosa, que inicialmente compreendia apenas o cristianismo, evoluiu lentamente ao longo dos anos.
A famosa Lei Eusébio de Queirós, em 1850, marcou o fim do comércio de escravos, mas somente em 1888, com a Lei Áurea, a abolição da escravatura foi efetiva. No entanto, durante esse período, o negro enfrentou estereótipos e desafios para sua mobilidade social, sendo incentivado a adotar padrões estéticos das elites brancas.
O médico legista Raimundo Nina Rodrigues, influenciado pelas teorias evolucionistas da época, buscou hierarquizar os africanos, classificando-os como superiores e inferiores. Essa visão, infelizmente, permeou a sociedade brasileira por muito tempo.
A perseguição religiosa atingiu seu auge com o Código Penal de 1890, condenando práticas como espiritismo, feitiçaria e adivinhação. Essa repressão estendeu-se aos cultos afro-brasileiros, como o Candomblé e a Umbanda, levando a episódios de repressão policial, apreensões e destruição de altares.
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